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Economia

Educação e economia, como vai nosso dia a dia?

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Por Professora Lourdes Pinheiro Barbieri - Mestre em Educação Geral/ IPLAC (Instituto Pedagógico Latino Americano Caribenho)

Falar em educação da economia do nosso dia a dia, quer queira ou não, envolve um longo processo de conscientização. Educar (no sentido econômico) nosso corpo e mente, envolve movimentos que irão possibilitar tranquilidade emocional.

Nas mais diversas situações da nossa existência a situação econômica está sempre presente, consumos, gastos, despesas inesperadas e por aí vai. Sabe-se que “a saúde financeira “tanto pode devolver como encurtar o tempo de “leveza “do nosso cotidiano.

Estar falando em saúde financeira parece assunto de planilha, mas na verdade é na vida real que ela precisa ser pensada e analisada. Pois é na vida cotidiana que o humor muda, o sono não chega. e as conversas ficam acirradas.

Em janeiro de 2026 a confederação nacional do comércio de bens serviços e turismo (CNC) registrou que 79,5% das famílias brasileiras tinham algum tipo de dívida e que 29,3% estavam com contas em atraso.

É bom que se esclareça que tem diferença, entre estar inadimplente e ter dívidas! Todas essas questões nos levam a perceber, que o número de pessoas que não conseguem saldar suas dívidas é expressivo, comprometendo cerca de 29,7 da renda mensal familiar (dados da revista una). Esses dados podem tirar a paz de muitas famílias, sem contar com as facilidades do cartão de crédito que aliás vem como o principal tipo de dívidas.

Na sequência a modalidade de carnês, o crédito pessoal e o financiamento de carros respondem pela equação percentual 8,7%. Segundo o presidente da CNC José Roberto Trados, o crédito precisa ser acessado com responsabilidade, pois essa é a chave para garantir o equilíbrio entre capacidade de pagamento e endividamento.

Enfim, quando as questões financeiras entram no eixo (equilíbrio), retorna o lado bom. Se obtém margem e lucro. Segundo especialistas é possível afirmar que o endividamento pesa tanto no físico, quanto no mental. E o efeito do estresse financeiro, comprovadamente não é abstrato, é real, palpável.

Relatos mostram que em razão dessas preocupações, (a cada dez brasileiros) oito perdem o sono, tem oscilação no humor, cansaço e fadiga. Consta em relatos, que a maioria das pessoas se esforçam para esconder as dificuldades.

Seguindo esse patamar, pesquisas mostram que 49% afirmam que deixaram de procurar ajuda de profissionais da saúde (psiquiatras. Médicos, psicólogos), por não ter poder aquisitivo.

Nessa caminhada, aprender a cuidar das finanças, preserva a saúde mental e contribui para o equilíbrio emocional, e assim melhora a qualidade de vida!!

Reflexão, saúde, foco, paz e bem-aventuranças!!!

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