Realmente, repensar sobre dificuldades de aprendizagem dá muito o que pensar e muito o que fazer.
Estamos vivendo um tempo (segundo pesquisas) em que, a cada dez crianças, três encontram dificuldades no processo ensino-aprendizagem.
E, em referência aos dados, acompanham as evidências de inúmeros encaminhamentos aos profissionais das áreas especializadas (diagnósticos), o que sou totalmente a favor.
No entanto, quero ressalvar alguns poréns.
Nesses anos de caminhada pedagógica, aprendi e continuo aprendendo a ter e manter diferentes “olhares”.
Com isso, minha atenção se voltou ao alto grau de incidências (elevado número de diagnósticos).
Essa circunstância levou-me a alguns pensares alternativos, ou não.
Então, surgiram algumas ideias.
Quem sabe organizar ou reorganizar rotinas, retirada das telas, exercícios ao ar livre, brincadeiras no círculo de vizinhança, mais tempo com a família, alimentação mais natural e, em especial, um “olhar especial aos limites”.
Depois disso tudo, sim, a procura de profissionais especializados.
Sem contar com a questão econômica (famílias x recursos).
Tudo isso dá o que pensar e muito o que fazer.
Pense, repense!
Paz e bem!