O setor público tem que ser o indutor e o setor privado que investe no setor
Nesse fim de semana, estive em Treze Tílias (SC). Possuo laços familiares com a cidade, e fui levar minha mãe passar uns dias. Mas lá, me coloquei na condição de turista, no sábado (12), à tarde.
Cordialidade
Após algumas voltas pela cidade de 8 mil habitantes, parei numa central de informações turísticas. Quando entrei no local, um funcionário se dirigiu até mim e minha esposa (vestido à caráter com roupas típicas tirolesas), pediu de onde éramos, anotou numa planilha. Após isso, imprimiu uma folha, com o mapa dos principais pontos turísticos, com QR Code, para acompanhar pelo celular.
Atendimento de excelência
Não bastasse o atendimento de excelência, nos perguntou se tínhamos de 8 a 10 minutos para vermos um audiovisual do município. Nos colocamos à disposição e nos levou até um anfiteatro. Lá, em dois, conhecemos a história, os principais produtos e riquezas e os pontos turísticos.
Criando multiplicadores
Estava satisfeitíssimo com a atenção dispensada pelo funcionário público. Porém, tive mais uma surpresa. No final nos agraciou com um CD do vídeo que recém tínhamos visto, para repassar para alguém. É o setor público criando multiplicadores. Prova disso, que estou escrevendo sobre a experiência que eu tive.
Capacitar é fundamental
Como se vê, o Turismo é uma grande fonte de renda. Mas os resultados não são imediatos, precisa capacitar funcionários públicos para entregar uma experiência gratificante, pois acaba criando uma corrente falando bem do local.
Provocando a cadeia da economia
Cabe ao município ser o indutor, provocar essa cadeia da economia. O resto a iniciativa privada faz girar. Mas é necessária a harmonia entre o público e o privado para colher os resultados. Um depende do outro. É esse entendimento que precisamos ter para desenvolver o Turismo em Erechim e região.
O museu
Só para efeito de registro, em Treze Tílias, uma edificação antiga tem o nome de Castelinho, e ela abriga o Museu do município.