É difícil acreditar!
Tempo atrás escrevi um texto intitulado: “Nojo, nojo, nojo”, aliás, um termo que muitas pessoas usam quando querem chegar aos extremos da sua raiva, da sua antipatia, para certos fatos e acontecimentos.
Sei que e repetitiva a afirmativa que as mídias sociais proporcionam uma infindável fonte notícias e propagam tudo o que nela é postado. Também sei que não podemos acreditar em tudo; bem como duvidar, da mesma forma. Selecionar, segregar, separar o joio do trigo é a melhor medida.
Para começo de assunto, boa parte dos olhos do mundo esta voltada para o esporte bretão, o mais conhecido como futebol. Desta vez a Copa do Mundo ampliou as referências, aumentou o número de seleções participantes e de países. Isto é tornou o esporte mais democrático, o que, particularmente acho bastante salutar. Diferentes culturas, diferentes posturas mostram a diversidade dos povos que vai desde a educação e civilidade dos japoneses em recolher o lixo deixado nas arquibancadas e cadeiras dos estádios, até a briga de torcidas e o relaxamento dos brasileiros, fazendo o contrário do povo nipônico.
Esta Copa também apresenta um diferencial que é a transmissão da maioria dos jogos via TV Cazé, desbancando assim a sempre favorita e hegemônica Rede Globo que sem o seu narrador ícone, o fanfarrão Mauro Galvão, perdeu todo o seu encanto. Por sua vez, continua o mesmo a empáfia, a falta de comprometimento e de amor à Pátria muito bem representada pelo escrete nacional. Jogadores que, podem ter certa habilidade com a bola carecem de da mesma qualidade quando expressam a sua opinião como foi o caso do Rafinha. Este teve a ousadia de reclamar que os atletas atuantes no exterior não tiveram férias. Querendo com essa narrativa explicar a estreia calamitosa da sua equipe. E sobre cantar o Hino Nacional. Certamente nós brasileiros damos vexame e perdemos de goleada quando comparamos a vontade dos nossos atletas das demais seleções. Outro tiro no pé, outro gol contra.
O futebol também perdeu a graça quando o dinheiro, como primícias e seus empresários começaram a se imiscuir neste esporte. Foram os bons tempos quando a qualidade dos atletas era a condição “sine qua non”, para serem convocados e não as patrocinadoras que vestem tal camisa ou time de expressão. Qualquer torcedor de bastidor sabe que atletas jovens como é o Endrick e como vemos em outros escretes jogam muito mais do que esses mercenários, muitos dos quais só pensam, repito: na imagem, e nos proventos. Quem de sã consciência concorda com o exorbitante salário de cinco milhões mensais pagos para o treinador italiano, mascador de goma? Sem falar o jatinho a sua disposição e promessa de mais de trinta milhões, caso o Brasil venha a ser o campeão.
Também já escrevi e sempre falo que a seleção é uma extensão do que é a atualidade do país, onde temos uma série de problemas de toda ordem, seja econômica, jurídica, educacional e social. Saindo das quatro linhas do futebol e outra vez transitando recentemente pela PONTE da VEGONHA que todos os motoristas precisam passar para se deslocar à Áurea e demais municípios é difícil acreditar como uma simples e aparente obra não seja executada e que, há anos, atravanca a mobilidade do trânsito e põe em risco a vida das pessoas até porque nela pessoas já perderam a vida.
Para quê nós pagamos altos impostos, (taxas absurdamente altas), elegemos representantes, dentre os quais muitos politiqueiros que visam primeiramente ostentar a sua imagem, servir-se da engrenagem pública e não servir os seus eleitores? No rol dos responsáveis ninguém se salva. Governadores, dos respectivos períodos, prefeitos, vereadores, enfim, de uma ou de outra forma muitos envolvidos omissos. E, pior, muito pior, quando esses agentes, comumente chamados de políticos, gestores dentre outros cognomes se apropriam da “res publica”, não se importando o quanto a população necessita dos serviços básicos e do atendimento das necessidades essenciais. Você concorda ou não que é difícil acreditar. Ou seria Nojo! Nojo! Nojo!